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sábado, 16 de outubro de 2021
sábado, 17 de outubro de 2015
III Congresso Iberoamericano sobre Assédio Laboral e Institucional: "Luta e Resistência contra o Assédio Moral no Brasil
Por Taís Ferreira, jornalista e fotógrafa
A reflexão sobre as relações de trabalho e estratégias de intervenção e articulação entre trabalhadores para combater a violência no trabalho e promover a saúde foram alguns dos temas debatidos por especialistas em saúde e direito do trabalho de diferentes países da Ibero-América (Brasil, Espanha, México, Cuba, Venezuela, Costa Rica, Equador, Uruguai, Argentina e Chile) durante o III Congresso Ibero-americano sobre Assédio Laboral e Institucioanl e IV Seminário Catarinense de Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho, de quinta-feira (08) até 11 de outubro, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis (SC).Conferências, mesas de debates, minicursos, rodas de conversa, sessões de comunicação oral de trabalho, estudos e relatos de experiência foram realizados durante o Congresso e o Seminário para sensibilizar os presentes sobre as questões relacionadas à saúde do trabalhador, à prevenção e ao combate ao assédio moral.
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| Arthur Lobato, Doris Acevedo, Cristina Del Papa, Margarida Barreto, Roberto Heloani. foto: Bruno Menezes |
O psicólogo Arthur Lobato, participou nas Mesas de Debate, Relatos de Experiências e no Minicurso (foto) "Ações e Práticas no Combate ao Assédio Laboral", junto com Doris Acevedo, Venezuela, Ana Lucia de Mattos Flores, SP/ Brasil, Cristina Del Papa, MG/ Brasil, Margarida Barreto, SP / Brasil e Roberto Heloani SP/Brasil.
Em sua exposição Lobato falou sobre as Ações e Práticas no Combate ao Assédio Laboral nos sindicatos de trabalhadores da justiça de Minas Gerais, sua experiência no trabalho com o SERJUSMIG, SINJUS/MG e Sitraemg, discutindo amplamente o assédio no funcionalismo público e as estratégias de enfrentamento contra o Assédio Moral no Trabalho em prol da saúde do trabalhador.
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| fotografia: Taís Ferreira |
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| fotografia: Taís Ferreira |
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| fotografia: Taís Ferreira |
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| Encontro Movimento Sindical - fotografia: Taís Ferreira |
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| Encontro Movimento Sindical - Fotografia: Taís Ferreira |
“Temos uma cultura gerencial que define como princípio menores gastos e menores custos, com metas irrealizáveis. A capacidade de transformar tudo e todos em mercadoria não deixou de fora os trabalhadores”, falou a Profa. Dra. Margarida Maria Silveira Barreto, especialista em Medicina do Trabalho, mestre em Psicologia Social e doutora em Psicologia Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo na abertura do evento. É preciso, submergir nas entranhas da relação entre capital e trabalho e encontrar suas contradições.
| Fotografia: MPT/SC |
Para Margarida, há uma pressão generalizada no mundo do trabalho, o que ocasiona sentimento existencial de perda do lugar, que leva o trabalhador a estranhar a empresa e sentir-se só, sem ter em quem confiar. O sistema de dominação estimula permanente a dependência, em que cada gestor repassa a pressão sofrida e entra em situação de obediência irrestrita, fomentada pelo sistema financeiro. Cria-se assim uma “liberdade coerciva em nome da maximização de resultados”.
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| Sandra Correa León (Equador), Susana Tolfo (SC/BR). Fotografia: Taís Ferreira |
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| Fotografia: Taís Ferreia |
Cobertura Fotográfica Completa e mais informações no Blog: http://congresoiberoamericanoacosolaboral.blogspot.com.br/
Publicado em: http://assediomoralesaudenotrabalho.blogspot.com.br/
terça-feira, 13 de outubro de 2015
"Luta e Resistência" contra o assédio moral no Brasil
Painel de fotografias “Luta e Resistência”
Mostra através de um mosaico de fotografias a memória da luta contra o assédio moral no Brasil, através de um acervo selecionado junto a sindicatos e centrais de trabalhadores em todo o país.
Edição: Taís Ferreira
terça-feira, 16 de agosto de 2011
¿Qué han ganado los gobiernos panistas con sus agresiones a los sindicatos?
El ex-presidente Lula Da Silva es un sindicalista que llegó al poder y como Presidente de Brasil se apoyó y apoyó a los Sindicatos para levantar al Brasil.
Los Sindicatos brasileños en respuesta le tendieron la mano y han logrado levantar a la economía más exitosa en América Latina. Y ello se refleja no sólo en el crecimiento del PIB de Brasil, sino en el establecimiento de un trabajo digno y las legislaciones laborales en favor de los trabajadores.
En el reciente I Encuentro Iberoamericano sobre el Mobbing o Assedio laboral en los centro de trabajo, los sindicalistas del Brasil explicaron con claridad como se logró legislar en contra del acoso laboral en favor de los trabajadores.
Para el gobierno del Brasil, las instituciones y las empresas son responsables de que el asedio laboral no ocurra en los centros de trabajo y son los sindicatos los organismos de defensa de los trabajadores que están encargados de denunciar e impedir que ello ocurra.
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| Los brasileños Margarida Barreto (médica),Arthur Lobato (psicólogo) y Taís Ferreira (periodista) |
De portuñol a español y de español a portugués, los sindicalistas brasileños expusieron con una enorme
claridad su lucha en contra del acoso laboral, que ellos denominan asedio y que la literatura conoce como Mobbing. Las condiciones por la conformación de un trabajo digno, que es una tesis y un acuerdo internacional de la OIT contrasta con la actitud de los gobiernos en México que en los últimos años se han encargado de agredir a los movimientos sociales y a los sindicatos.
Gente sencilla pero contundente y organizada como Arthur Lobato, un psicólogo que viene del medio periodístico y que es un sindicalista, explicó la relación de Lula con los Sindicatos y el combate el Mobbing en Brasil, también Plinio Pavao que es miembro de la Confederación Nacional de los Trabajadores del Ramo Financiero y de la CUT Brasileña , comentó lo que ha sido el acierto que significa apoyarse, para el gobierno del PT, en los sindicatos.
¿Será que en México podamos darnos el gusto de tener un gobierno de Izquierda? Quizás crescamos
capitalistamente como lo hace el gobierno socialista del PT en Brasil. Los empresarios mexicanos tendrían
ambientes más cordiales y sobre todo más productivos de trabajo, la clave es tener un trabajo digno, con
libertad sindical, en el que la sociedad colabore como un conjunto.
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